{"id":6289,"date":"2022-12-30T18:27:48","date_gmt":"2022-12-30T21:27:48","guid":{"rendered":"https:\/\/fapol.org\/blog\/portfolio-items\/xi-enapol-argumento-y-ejes-tematicos\/"},"modified":"2024-12-16T16:19:44","modified_gmt":"2024-12-16T19:19:44","slug":"xi-enapol-argumento-y-ejes-tematicos","status":"publish","type":"avada_portfolio","link":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/blog\/portfolio-items\/xi-enapol-argumento-y-ejes-tematicos\/","title":{"rendered":"XI ENAPOL &#8211; Argumento e eixos tem\u00e1ticos"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1248px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div style=\"text-align:right;\"><a class=\"fusion-button button-flat fusion-button-default-size button-default fusion-button-default button-1 fusion-button-default-span fusion-button-default-type\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\/\/fapol.org\/pt\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2023\/02\/ENAPOL-Argumento-y-Ejes-PT.pdf\"><span class=\"fusion-button-text\">DESCARREGAR<\/span><\/a><\/div><div class=\"fusion-separator fusion-full-width-sep\" style=\"align-self: center;margin-left: auto;margin-right: auto;margin-top:20px;margin-bottom:20px;width:100%;\"><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p style=\"text-align: justify;\"><strong>Argumento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pr\u00f3ximo Encontro Americano de Psican\u00e1lise de Orienta\u00e7\u00e3o Lacaniana (ENAPOL) prop\u00f5e um tema fundamentalmente cl\u00ednico articulado a uma dimens\u00e3o temporal que abre pelo menos quatro grandes vias de pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1 &#8211; |A primeira decorre das perguntas: <strong>O que leva um sujeito a procurar um analista nestes tempos que correm? Como se iniciam as an\u00e1lises hoje?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lacan afirmou que \u201cno come\u00e7o da psican\u00e1lise est\u00e1 a transfer\u00eancia. (&#8230;) Est\u00e1 ali no come\u00e7o. Mas o que \u00e9?\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> Este fundamento introduz o tempo como uma vari\u00e1vel inevit\u00e1vel para dar conta da experi\u00eancia anal\u00edtica. No entanto, \u00e9 tamb\u00e9m um convite a pensar sobre como e o que desse amor misterioso chamado transfer\u00eancia se instala hoje, quando a \u00e9poca tende \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o do saber, favorece a \u201cautogest\u00e3o\u201d, promove a liquidez dos la\u00e7os amorosos e empurra para a \u201cautopercep\u00e7\u00e3o\u201d, vers\u00e3o mais recente da nega\u00e7\u00e3o do inconsciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J.-A. Miller afirma que na era de Freud \u201ca psican\u00e1lise tinha tios e tias, primas e ancestrais de todos os tipos, netos, e agora est\u00e1 vi\u00favo, \u00f3rf\u00e3o&#8230;\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> A solid\u00e3o atual da psican\u00e1lise \u00e9 tamb\u00e9m uma oportunidade para demonstrar sua diferen\u00e7a radical com outros discursos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nosso pr\u00f3ximo Encontro nos permitir\u00e1 expor como o que chamamos de \u201corienta\u00e7\u00e3o para o real\u201d est\u00e1 presente desde a primeira consulta; mesmo quando se apresentam os transbordamentos e os excessos das disrup\u00e7\u00f5es do gozo. Neste ponto, se n\u00e3o se tornarem uma pergunta essencial para o ser falante, tais disrup\u00e7\u00f5es se abririam <em>per se<\/em> a uma experi\u00eancia de an\u00e1lise?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>\u00a0<\/u><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lacan disse que \u201cs\u00f3 o discurso anal\u00edtico \u00e9 exce\u00e7\u00e3o\u201d, e que \u201c&#8230; ele n\u00e3o tem nada de universal.\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A psican\u00e1lise exclui a domina\u00e7\u00e3o e n\u00e3o persegue a norma. Transmitir isto no di\u00e1logo com o Outro social \u00e9 uma forma de possibilitar que o sujeito contempor\u00e2neo e seus novos modos de apresenta\u00e7\u00e3o sintom\u00e1tica encontrem um espa\u00e7o prop\u00edcio para se alojar. Nisso se situa uma incid\u00eancia fundamental do psicanalista na cultura, um a um. Como disse Lacan em Lovaina: \u201c&#8230; algo que se estabelece do analisante ao analista \u00e9 a c\u00e9lula inicial de algo que deve ir muito al\u00e9m, que ir\u00e1 ou n\u00e3o ir\u00e1, mas se acontecer, esta posi\u00e7\u00e3o do analista ter\u00e1 um lugar essencial no mundo do mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este ENAPOL, ent\u00e3o, ser\u00e1 a ocasi\u00e3o para dizer o que fazemos e como o fazemos, desde o primeiro encontro com um sujeito que buscou an\u00e1lise, mas tamb\u00e9m, para explorar as novas modalidades de apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica que circulam pela \u00e9poca.<\/p>\n<p>2 &#8211; A segunda via de pesquisa baseia-se na seguinte quest\u00e3o:<strong> Quando come\u00e7a uma an\u00e1lise<\/strong><strong>?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Falar sobre a entrada em an\u00e1lise implica localizar o momento e os \u00edndices de uma transforma\u00e7\u00e3o que separa um antes e um depois. Ao mesmo tempo, institui-se o cruzamento de dois tempos l\u00f3gicos diferentes: o momento de concluir as entrevistas preliminares e o instante de ver que conota a implica\u00e7\u00e3o subjetiva e que coincide com a abertura do tempo de compreender.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse cruzamento temporal, instalado a partir do ato anal\u00edtico que sanciona a entrada, j\u00e1 oferece uma leitura poss\u00edvel das marcas de gozo fundantes, e cont\u00e9m coordenadas significativas do caso que encontrar\u00e3o esclarecimentos durante a an\u00e1lise. Por essa raz\u00e3o, sustentamos que a cl\u00ednica do fim de an\u00e1lise orienta as entrevistas preliminares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, sabemos que a psican\u00e1lise pura tem uma rela\u00e7\u00e3o moebiana com a aplicada, s\u00e3o duas faces da mesma banda. Seguindo essa l\u00f3gica, propomos explorar o que um analista pode fazer quando \u00e9 convocado com um limite de tempo. Ou como pode atuar em diferentes dispositivos, como escolas, hospitais; naqueles lugares onde se apresentam demandas de urg\u00eancia e onde alguns encontros, quando n\u00e3o apenas um, ser\u00e3o a \u00fanica oportunidade para aquele que necessita ser atendido em seu padecimento, para obter uma resposta diferente daquela oferecida pelo mercado terap\u00eautico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como operar analiticamente ali, em um breve lapso e com condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis para o discurso anal\u00edtico, de modo que a porta fique aberta para um \u201ccome\u00e7o\u201d?<\/p>\n<p>3 &#8211; A terceira via de pesquisa que abre o XI ENAPOL est\u00e1 ligada \u00e0 quest\u00e3o: <strong>Como a cl\u00ednica do come\u00e7o de uma an\u00e1lise<\/strong><strong> mudou nos \u00faltimos anos?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tradicionalmente, pensamos na entrada em an\u00e1lise como \u201cum golpe desferido no fantasma fundamental\u201d <a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>, que retirava consist\u00eancia da seguran\u00e7a que o sujeito obtinha dele. A partir da\u00ed derivou-se a l\u00f3gica das entrevistas preliminares. Essa l\u00f3gica era solid\u00e1ria de uma \u00e9poca com um Outro ainda est\u00e1vel, do qual o prest\u00edgio do psicanalista era subsidi\u00e1rio no momento da primeira consulta. No entanto, neste momento, nem sempre podemos contar com estas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por sua vez, a forma\u00e7\u00e3o dos analistas tamb\u00e9m teve varia\u00e7\u00f5es. Desde que nos dedicamos a estudar o \u00faltimo ensino de Lacan, gra\u00e7as \u00e0 elucida\u00e7\u00e3o que dele fez J.-A. Miller, entendemos que o in\u00edcio de uma experi\u00eancia de an\u00e1lise poderia tornar leg\u00edvel como <em>lal\u00edngua<\/em> escreve no corpo a letra do encontro traum\u00e1tico com um gozo desconhecido, as marcas do trauma, a fixa\u00e7\u00e3o do gozo, o mal-entendido fundamental. Ter em perspectiva essas formas de opacidade do sentido, assinala a orienta\u00e7\u00e3o pelo real desde o in\u00edcio da an\u00e1lise, singulariza a escuta anal\u00edtica e a diferencia de outras terap\u00eauticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como essas mudan\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es de nossa pr\u00e1tica afetaram o in\u00edcio das an\u00e1lises? Como um analista se posiciona no primeiro encontro com sujeitos cada vez mais reativos ao inconsciente e mais perturbados pelo gozo do corpo? Que incid\u00eancia teve a populariza\u00e7\u00e3o das consultas virtuais e da tecnologia na decis\u00e3o de buscar um analista pela primeira vez? Como precisar o uso que fazemos da categoria Psicose Ordin\u00e1ria em sua rela\u00e7\u00e3o com as inst\u00e2ncias diagn\u00f3sticas?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas s\u00e3o algumas das perguntas que nos convidam a colocar nossa cl\u00ednica \u00e0 altura da civiliza\u00e7\u00e3o e, tamb\u00e9m, do \u00faltimo ensino de Lacan.<\/p>\n<p>4 &#8211; Finalmente, o t\u00edtulo que nos orienta \u00e9 um chamado aos praticantes: <strong>Come\u00e7ar a se analisar!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 um convite a manter viva e dar conta da posi\u00e7\u00e3o analisante que se espera daqueles que encarnam o discurso psicanal\u00edtico no dia a dia. Trata-se de uma proposta diante de certos dilemas pol\u00edticos da psican\u00e1lise, ao mesmo tempo em que poderia orientar a resposta face aos impasses da forma\u00e7\u00e3o, \u00e0s encruzilhadas \u00e9ticas e aos desafios da cl\u00ednica contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguimos Lacan no<em> Semin\u00e1rio 24<\/em>: \u201cAquele que sabe, em an\u00e1lise, \u00e9 o analisante\u201d.<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> Como o praticante consente com essa condi\u00e7\u00e3o de pr\u00e1tica anal\u00edtica nas primeiras sess\u00f5es? Como esse praticante pode dar o passo l\u00f3gico em dire\u00e7\u00e3o a \u201cromper com sua ancoragem na suposi\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a> para permitir que o saber do analisante se desdobre?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa quarta via nos implica especialmente, porque vai al\u00e9m das quest\u00f5es que nos coloca nossa pr\u00e1tica, a \u00e9poca ou o estudo dos textos. Ela se dirige diretamente \u00e0 rela\u00e7\u00e3o que cada praticante tem com a psican\u00e1lise.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, as vias de investiga\u00e7\u00e3o que se abrem para o nosso pr\u00f3ximo Encontro Americano acabam produzindo uma tors\u00e3o que nos implica e interpela. O XI ENAPOL abre a porta para esta quest\u00e3o \u00e9tica fundamental: come\u00e7ar a se analisar!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esperamos voc\u00eas!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jorge Assef<br \/>\n<strong>Presidente XI ENAPOL<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mar\u00eda Cristina Giraldo (NEL)<br \/>\nSergio Cordeiro de Mattos (EBP)<br \/>\nOscar Zack (EOL)<br \/>\n<strong>Comiss\u00e3o Cient\u00edfica XI ENAPOL:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Eixos tem\u00e1ticos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Hoje, &#8220;no come\u00e7o est\u00e1 a transfer\u00eancia&#8221;? E se n\u00e3o, ent\u00e3o como \u00e9?<\/li>\n<li>Da demanda \u00e0 entrada em an\u00e1lise: seus impasses, o gozo, o Um, formaliza\u00e7\u00f5es poss\u00edveis.<\/li>\n<li>Modos de apresenta\u00e7\u00e3o das consultas atuais: identidades, virtualidades, sintomas e car\u00e1ter.<\/li>\n<li>Como se demonstra, desde as primeiras entrevistas, que a psican\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 uma terap\u00eautica como as outras?<\/li>\n<li>Solu\u00e7\u00f5es singulares. Que lugar para o diagn\u00f3stico diferencial?<\/li>\n<li>Ato anal\u00edtico e interpreta\u00e7\u00e3o no in\u00edcio. Perturbar a defesa, ainda?<\/li>\n<li>Primeiras entrevistas em diferentes dispositivos de aten\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>A forma\u00e7\u00e3o do analista e a rela\u00e7\u00e3o com o seu inconsciente.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Tradu\u00e7\u00e3o: Nohem\u00ed Brown<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Revis\u00e3o: Paola Salinas<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>Lacan, J., \u201cProposi\u00e7\u00e3o de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola\u201d, <em>Outros escritos<\/em>, Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed., 2003, p. 252.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a>Miller, J.-A., \u201cPsicoan\u00e1lisis y conexiones\u201d, <em>Mediodicho<\/em>, n. 34, EOL-Sec\u00e7\u00e3o C\u00f3rdoba, C\u00f3rdoba, 2008, p\u00e1g. 12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a>Lacan, J., \u201cTransfer\u00eancia para Sainte Denis? Lacan a favor de Vincennes!\u201d, <em>Correio: Revista Lacaniana de Psican\u00e1lise, <\/em>n. 65, abril 2010, p. 31<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a>Lacan, J.: \u201cConf\u00e9rence \u00e0 Lovain\u201d, <em>Revista <\/em><em>Quarto, <\/em>n. 3, 1981. H\u00e1 um coment\u00e1rio ao respeito de esse texto de Manuel Montalb\u00e1n dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.redicf.net\/conferencia-de-lovaina-de-jacques-lacan-parte-1a\/\">https:\/\/www.redicf.net\/conferencia-de-lovaina-de-jacques-lacan-parte-1a\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a>Miller, J.-A., \u201cC.S.T. Cl\u00ednica-Sob-Transfer\u00eancia\u201d, <em>Cl\u00ednica Lacaniana<\/em>, Rio de Janeiro, Jorge Zahar ed, 1989, p. 10.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Lacan, L., \u201cRumo a um significante novo\u201d (Semin\u00e1rio 24, 17 de maio de 1977), Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, n. 22, agosto de 1998, p. 12.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Laurent, E., &#8220;Tratamiento psicoanal\u00edtico de la psicosis e igualdad de las consistencias&#8221;, <em>la \u00a0Conversaci\u00f3n cl\u00ednica<\/em>, UFORCA, Buenos Aires, Grama, 2020, p\u00e1g. 43.<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":6324,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"portfolio_category":[90],"portfolio_skills":[],"portfolio_tags":[],"class_list":["post-6289","avada_portfolio","type-avada_portfolio","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","portfolio_category-inicio-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/6289","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio"}],"about":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/avada_portfolio"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6289"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/6289\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6326,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/6289\/revisions\/6326"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6324"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6289"}],"wp:term":[{"taxonomy":"portfolio_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_category?post=6289"},{"taxonomy":"portfolio_skills","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_skills?post=6289"},{"taxonomy":"portfolio_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_tags?post=6289"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}