{"id":6592,"date":"2015-08-28T19:07:39","date_gmt":"2015-08-28T22:07:39","guid":{"rendered":"https:\/\/fapol.org\/blog\/portfolio-items\/a-inclusao-da-crianca-no-discurso-capitalista\/"},"modified":"2015-08-28T19:07:39","modified_gmt":"2015-08-28T22:07:39","slug":"a-inclusao-da-crianca-no-discurso-capitalista","status":"publish","type":"avada_portfolio","link":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/blog\/portfolio-items\/a-inclusao-da-crianca-no-discurso-capitalista\/","title":{"rendered":"A Inclus\u00e3o da Crian\u00e7a no Discurso Capitalista"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1248px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><div class=\"autor\" style=\"text-align: justify;\">Por <strong>F\u00e1tima Sarmento<\/strong><\/div>\n<div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Frente \u00e0 inexist\u00eancia do Outro, ocorre o deslocamento do estatuto da crian\u00e7a do lugar de ideal, previsto por Freud atrav\u00e9s da sua conhecida f\u00f3rmula &#8220;sua majestade o beb\u00ea&#8221;, para o lugar de &#8220;crian\u00e7a-objeto&#8221;. Ademais, esse lugar reservado para a crian\u00e7a j\u00e1 havia sido profetizado por Lacan desde a d\u00e9cada de 60. Lacan [1] previu que o progresso da ci\u00eancia levaria a uma segrega\u00e7\u00e3o. Isso pode ser comprovado na atualidade atrav\u00e9s do interesse da ci\u00eancia e do mercado em criar uma linguagem universal do sintoma, como mostra o Manual Estat\u00edstico de Diagn\u00f3stico (DSM) elaborado pela Associa\u00e7\u00e3o Americana de Psiquiatria. S\u00e3o in\u00fameros transtornos mentais tendo por alvo as crian\u00e7as: o fracasso escolar, por exemplo, que prevaleceu na d\u00e9cada de 80, foi substitu\u00eddo no DSM III pelo diagn\u00f3stico da s\u00edndrome de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o-TDA, que, em ingl\u00eas \u00e9 conhecido como ADD (Attention Defici Desorder). O de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade surge em 1987 com o DSM III-R. J\u00e1 o DSM-IV considera que se o TDA for acompanhado de uma grande atividade, impulsividade e desaten\u00e7\u00e3o, o transtorno ser\u00e1 denominado de &#8220;Transtorno de D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o com Hiperatividade&#8221;, TDAH (ADHD- Attention Deficit Hyiperactivity Disorder).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00e9poca atual algumas crian\u00e7as pequenas j\u00e1 chegam ao analista, medicadas, diagnosticadas. Isso comprova que o controle do comportamento se constitui hoje como o futuro programa social do s\u00e9culo XXI e, conforme Tarrab [2] isso se deve ao fato do sintoma e da ang\u00fastia serem intoler\u00e1veis para a sociedade da efici\u00eancia. Assim, face \u00e0 inf\u00e2ncia dif\u00edcil, \u00e9 o paradigma da solu\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que se imp\u00f5e nesse s\u00e9culo. Crian\u00e7as super medicadas em fun\u00e7\u00e3o da apresenta\u00e7\u00e3o de &#8220;dist\u00farbios&#8221;, educadores que se lan\u00e7am a dar diagn\u00f3sticos pela simples observa\u00e7\u00e3o do comportamento, fazem parte do cotidiano escolar. Esses &#8220;dist\u00farbios&#8221; n\u00e3o chegam a se constituir como sintomas, uma vez que servem para velar o mal estar e a ang\u00fastia. Para Ansermet [3] o DDA e TDAH s\u00e3o sistemas de gozo nos quais o sujeito se aliena em eco \u00e0 cultura na qual se encontra imerso, submerso. Para a psican\u00e1lise eles devem ser escutados como signos de gozo de um sujeito que responde as novas ofertas da ci\u00eancia. Para Tendlarz [4] as crian\u00e7as portadoras desses &#8220;dist\u00farbios&#8221; padecem de uma dificuldade na opera\u00e7\u00e3o de separa\u00e7\u00e3o, o que retorna no real do corpo da crian\u00e7a como uma agita\u00e7\u00e3o man\u00edaca. A falha simb\u00f3lica d\u00e1 lugar ao excesso que aparece no corpo, impedindo que a crian\u00e7a mantenha a aten\u00e7\u00e3o para concluir as suas tarefas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa dire\u00e7\u00e3o, as crian\u00e7as se apresentam hoje reduzidas a uma classe, sem nenhuma responsabiliza\u00e7\u00e3o com o que lhes ocorre. Ali\u00e1s, a medica\u00e7\u00e3o vem cumprir esse papel de desresponsabilizar. A p\u00edlula da obedi\u00eancia foi inventada para acalmar as crian\u00e7as classificadas como &#8220;hiperativas&#8221;, a p\u00edlula da felicidade para as catalogadas como &#8220;deprimidas&#8221;. Com as classifica\u00e7\u00f5es ocorre uma passagem da ordem simb\u00f3lica para o que Lacan [5] denominou de &#8220;ordem de ferro&#8221;, que d\u00e1 lugar a uma degenera\u00e7\u00e3o catastr\u00f3fica, que aqui toma a forma da medica\u00e7\u00e3o como a via eleita para o tratamento. H\u00e1 uma ilus\u00e3o de que o medicamento possa suprimir o mal estar. No entanto, para a psican\u00e1lise o sintoma \u00e9 causado por um parasita que se chama linguagem. Veras [6] considera que nesse caso o rem\u00e9dio que eliminaria o sintoma traria, como efeito colateral, tal como lemos nas bulas de alguns rem\u00e9dios o\u00a0<i>exitus letalis<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda na d\u00e9cada de 60, Lacan lan\u00e7a a hip\u00f3tese da &#8220;crian\u00e7a generalizada&#8221; remetendo-se \u00e0s Antimem\u00f3rias de Andr\u00e9 Malraux nas quais faz refer\u00eancias ao fato de que n\u00e3o haver pessoas grandes. Se n\u00e3o existe gente grande, todos somos crian\u00e7as. O que vai distinguir a crian\u00e7a do adulto \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o \u00e9tica em rela\u00e7\u00e3o ao modo de gozo. O termo &#8220;crian\u00e7a generalizada&#8221; equivale estabelecer o mesmo gozo para todos e ainda evidencia a tend\u00eancia \u00e0 objetaliza\u00e7\u00e3o do sujeito, em decorr\u00eancia da alian\u00e7a entre a ci\u00eancia e o capital. \u00c9 evidente que a crian\u00e7a n\u00e3o nasce sujeito, ela cai no mundo como objeto, como resto de uma parceria e, para ser sujeito \u00e9 preciso que ela seja adotada pela linguagem e pela via dos cuidados e amor do Outro. Enquanto a crian\u00e7a n\u00e3o atingir uma condi\u00e7\u00e3o m\u00ednima de sujeito, ou seja, n\u00e3o conseguir fazer a pergunta sobre o que \u00e9 no campo do Outro, s\u00f3 haver\u00e1 lugar para as atua\u00e7\u00f5es. Cabe ao analista voltar a sua escuta para a rela\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a com seu corpo, s\u00f3 assim ele estar\u00e1 em conformidade com a orienta\u00e7\u00e3o dada por Lacan ainda na d\u00e9cada de 60: &#8220;opor a que seja o corpo da crian\u00e7a que corresponda ao objeto a&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na cl\u00ednica constatamos ainda as dificuldades dos pais em rela\u00e7\u00e3o a viol\u00eancia dos filhos na escola, ao uso excessivo dos objetos tecnol\u00f3gicos, ao desinteresse pelas atividades escolares, a demanda excessiva para aquisi\u00e7\u00e3o de objetos de consumo. Nessa dire\u00e7\u00e3o, Najles [7] admite que o imp\u00e9rio do mercado transformou nosso mundo em um espa\u00e7o global, o qual n\u00e3o deixa de ter consequ\u00eancias sobre qualquer ser falante. Atrav\u00e9s dos meios de comunica\u00e7\u00e3o como solid\u00e1rios a esse mercado global, a crian\u00e7a vai colocando em evid\u00eancia a impot\u00eancia do Outro. Os pais n\u00e3o s\u00e3o mais os reis magos na mente infantil: nos tempos da inexist\u00eancia do Outro, o mercado toma a dianteira. Se no discurso do mestre o sujeito nada sabe sobre o que o faz gozar, no discurso capitalista ao contr\u00e1rio, h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o direta do gozo com o sujeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Duas evidencias podem ser aqui destacadas em rela\u00e7\u00e3o ao discurso capitalista: por um lado, observamos efeitos de um gozo que caminha sozinho e, por outro lado, ainda que contrariando ao senso comum, assistimos a inclus\u00e3o da crian\u00e7a nesse tipo de discurso. Em algum momento todos os sujeitos s\u00e3o fisgados por esse discurso e colocados nesse lugar de objetos de consumo. Nesse sentido, n\u00e3o h\u00e1 como a crian\u00e7a escapar a essa realidade. Ademais, enquanto consumidores somos todos crian\u00e7as. Se o mal-estar na civiliza\u00e7\u00e3o atual n\u00e3o responde mais ao significante mestre, se o nome-do-pai j\u00e1 n\u00e3o oferece nenhuma garantia sobre a maneira de tratar o gozo, os objetos de consumo passam a ordenar o modo de gozo da \u00e9poca. Lacan [8] assinala que a latusa \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de um objeto de gozo que consegue substituir o objeto (a) e o seu \u00eaxito \u00e9 justamente manipular a causa do desejo. Nesse sentido, a ci\u00eancia, comandada pelo discurso capitalista governa a causa do desejo. Baseando-se em Lacan, Alvarez [9] analisa a conseq\u00fc\u00eancia disso: acreditando consumir a latusa, \u00e9 o sujeito que \u00e9 consumido, momento de invers\u00e3o da fantasia, no fundo, o sujeito \u00e9 um objeto. O capitalismo para Lacan \u00e9 isso: o que esse discurso consome, sua mat\u00e9ria, \u00e9 o pr\u00f3prio sujeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ\u00eancia podemos concordar com o que muitos autores sustentam em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e9poca atual- a maior identifica\u00e7\u00e3o proposta ao ser falante \u00e9 a identifica\u00e7\u00e3o ao consumidor. As crian\u00e7as, como j\u00e1 vimos, s\u00e3o um dos alvos preferidos das estrat\u00e9gias do mercado. A ind\u00fastria farmac\u00eautica est\u00e1 de olho nessa evidencia- as crian\u00e7as s\u00e3o uma presa f\u00e1cil para estimular as vendas de medicamentos. Para aumentar a sua rentabilidade, a ind\u00fastria farmac\u00eautica teve a ideia de inventar v\u00e1rias doen\u00e7as. Aflalo [10] considera que as doen\u00e7as que estar\u00e3o na moda amanh\u00e3 s\u00e3o decididas nos escrit\u00f3rios de marketing dos grandes laborat\u00f3rios e \u00e9 a eles que devemos a emerg\u00eancia de dois novos alvos: as crian\u00e7as bem pequenas e os idosos. A autora assinala que o marketing eficaz da ind\u00fastria farmac\u00eautica convence os pais a psiquiatrizar as emo\u00e7\u00f5es de cada momento da inf\u00e2ncia e da adolesc\u00eancia: da irritabilidade das crian\u00e7as pequenas at\u00e9 a ang\u00fastia do adolescente, cada afeto pode se tornar rent\u00e1vel. Aflalo sinaliza ainda algumas modas fatais: depois da moda do TDAH, os experts queriam impor a ideia que o choro e a irritabilidade das crian\u00e7as pequenas passaram a ser interpretados como sinais de depress\u00e3o. Assim, v\u00e1rios TDAHs foram rediagnosticados como &#8220;Transtornos bipolar juvenil&#8221;, fazendo explodir as vendas de anti depressivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aflalo sustenta que para evitar as controv\u00e9rsias e continuar com as prescri\u00e7\u00f5es, o DSM- 5 desfaz seus antigos diagn\u00f3sticos e os substitui por outro nome: a Desregula\u00e7\u00e3o do temperamento com disforia (TDD). Atualmente, gra\u00e7as a efic\u00e1cia do marketing &#8220;10% dos meninos de dez anos tomam estimulantes para TDAH, 500 mil crian\u00e7as est\u00e3o sob a influ\u00eancia de neurol\u00e9pticos&#8221;. [11]. O espectro do autismo (TSA) \u00e9 tamb\u00e9m uma nova moda da mesma natureza. Aflalo ainda comenta que a nova pr\u00e1tica dos psiquiatras nos Estados Unidos consiste em &#8220;colocar etiquetas&#8221;, avaliar os pacientes a fim de obter destes uma correspond\u00eancia a um dos transtornos catalogados pelo DSM. Dessa maneira, um paciente pode, assim, descobrir-se adornado por v\u00e1rios diagn\u00f3sticos diferentes. Em conseq\u00fc\u00eancia disso, uma prescri\u00e7\u00e3o b\u00e1sica pode conter cinco medicamentos: para depress\u00e3o, ang\u00fastia, ins\u00f4nia e ainda, outros para lutar contra os efeitos colaterais dos medicamentos prescritos. A autora ainda denuncia que a pr\u00e1tica das terapias pela palavra n\u00e3o \u00e9 consider\u00e1vel &#8220;rent\u00e1vel&#8221;, \u00e9 mais lucrativo para um psiquiatra prescrever medicamentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Finalmente, A psican\u00e1lise se op\u00f5e \u00e0 &#8220;crian\u00e7a generalizada&#8221; e aposta que atrav\u00e9s do discurso anal\u00edtico, a crian\u00e7a possa saber virar-se com seu gozo.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Refer\u00eancias:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify;\">Lacan,Jacques- Alocu\u00e7\u00e3o sobre as psicoses da crian\u00e7a. Proferida em 22 de outubro de 1967. Outros Escritos p. 367. Campo Freudiano no Brasil- Jorge Zahar Editor 2001.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Tarrab, Maur\u00edcio-&#8221; As crian\u00e7as de Skinner e as solu\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas. Lacan Cotidiano n\u00famero 139-Portugu\u00eas [EBP- Veredas] Dispon\u00edvel em\u00a0<a href=\"http:\/\/www.lacanquotidien.fr\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.lacanquotidien.fr<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Ansermet, Fran\u00e7ois- Tudo imediatamente. In: Correio n.70 Revista da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise Dezembro 2011.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Tendlarz, S\u00edlvia Elena- La atenci\u00f3n que falta y La actividad que sobra. In: DDA, ADD, ADHD como ustedes quieran. El mal real y La construcci\u00f3n social- Gustavo Stigliz (compilador). Grama Ediciones, 2006.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Lacan,Jacques (1973-1974). Les non-dupes errent.Paris, in\u00e9dito.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Veras, Marcelo- &#8220;A preven\u00e7\u00e3o do (anor)mal \u2013Boletim Um por Um de 21 de mar\u00e7o de 2013<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Najles, Ana Ruth- La pol\u00edtica del mundo global- Nueva Escuela Lacaniana Del Campo Freudiano\/ M\u00e9xico DF Dispon\u00edvel em ;\u00a0<a href=\"https:\/\/mai.google.com\/mai\/u\/0\/ui\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/mai.google.com\/mai\/u\/\/0\/ui<\/a>?<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Lacan, Jacques- (1969-1970) O semin\u00e1rio livro 17- O avesso da psican\u00e1lise- Jorge Zahar, Editor p.153.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Alvarez, Patricio- Latusas- aletosfera \u2013Scilicet-AMP- Um real para o s\u00e9culo XXI Scriptum- Escola Brasileira de Psican\u00e1lise. p. 443 .<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Aflalo, Agn\u00e8s- Autismo Novos espectros novos mercados- Cole\u00e7\u00e3o Psican\u00e1lise e Ci\u00eancia- KBR- Petrop\u00f3lis, 2014.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">11- Aflalo conforme Angell, M. \u00c0 qui profitent l\u00eas psychotropes?. In: Books, op. cit., p.34.<\/li>\n<\/ol>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por F\u00e1tima Sarmento<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4959,"menu_order":188,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"portfolio_category":[105,106,102],"portfolio_skills":[],"portfolio_tags":[],"class_list":["post-6592","avada_portfolio","type-avada_portfolio","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","portfolio_category-articulos-infancias-pt-br","portfolio_category-infancias-pt-br","portfolio_category-observatorios-pt-br"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/6592","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio"}],"about":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/avada_portfolio"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6592"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/avada_portfolio\/6592\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4959"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6592"}],"wp:term":[{"taxonomy":"portfolio_category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_category?post=6592"},{"taxonomy":"portfolio_skills","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_skills?post=6592"},{"taxonomy":"portfolio_tags","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/portfolio_tags?post=6592"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}