{"id":7447,"date":"2026-01-15T20:26:17","date_gmt":"2026-01-15T23:26:17","guid":{"rendered":"https:\/\/fapol.org\/blog\/lq-07-patricia-bosquin-caroz\/"},"modified":"2026-01-18T12:34:25","modified_gmt":"2026-01-18T15:34:25","slug":"lq-07-patricia-bosquin-caroz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/blog\/lq-07-patricia-bosquin-caroz\/","title":{"rendered":"LQ  n\u00ba 7 &#8211; Uma intersubjetividade fact\u00edcia, por Patricia Bosquin-Caroz"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;--awb-flex-wrap:wrap;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start fusion-flex-content-wrap\" style=\"max-width:1248px;margin-left: calc(-4% \/ 2 );margin-right: calc(-4% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:1.92%;--awb-margin-bottom-large:20px;--awb-spacing-left-large:1.92%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:1.92%;--awb-spacing-left-medium:1.92%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:1.92%;--awb-spacing-left-small:1.92%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><h3 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff6600;\"><em>Uma intersubjetividade fact\u00edcia<\/em><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Patricia Bosquin-Caroz <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No final de 2025, descobr\u00edamos, estupefatos, a prolifera\u00e7\u00e3o de centros especializados no seio da psiquiatria p\u00fablica francesa. Financiados pela funda\u00e7\u00e3o FondaMental, parceira privilegiada do Estado e promotora de uma psiquiatria biom\u00e9dica \u201c<em>datadriven<\/em>\u201d, esses centros se inscrevem no \u00e2mbito dos programas PERP, Programa e equipamento priorit\u00e1rio de pesquisa, e PROPSY, Programa em psiquiatria de precis\u00e3o. Sua miss\u00e3o consiste em coletar dados, produzir novos diagn\u00f3sticos e elaborar modelos preditivos destinados a serem aplicados na popula\u00e7\u00e3o por meio de um outro programa, o <em>French Minds<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por \u00a0\u00a0\u00a0 si \u00a0\u00a0\u00a0 s\u00f3, \u00a0\u00a0\u00a0 a \u00a0\u00a0\u00a0 enumera\u00e7\u00e3o desses dispositivos causa vertigem! Para al\u00e9m de sua estrutura em redes e de sua cobertura territorial, esse projeto inquieta pela ideologia que o sustenta: um cientificismo assumido, tornado operante por novos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos. Com efeito, somente a intelig\u00eancia artificial (IA) permite manejar tal quantidade de dados indispens\u00e1veis \u00e0 sua implementa\u00e7\u00e3o. Hoje, j\u00e1 se percebe a amplitude de sua implica\u00e7\u00e3o no dom\u00ednio p\u00fablico da sa\u00fade mental e, concomitantemente, no setor privado das psicoterapias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos Estados Unidos, o uso privado da IA se estendeu rapidamente na avalia\u00e7\u00e3o do psicoterapeuta, ou mesmo do psicanalista. Por meio de aplicativos m\u00f3veis, torna-se comum consultar seu \u201cassistente digital\u201d para \u201ccontrolar\u201d a pertin\u00eancia das interven\u00e7\u00f5es de seu <em>psi<\/em>. No Reino Unido, um plano do governo prev\u00ea inclusive o recurso a \u201cterapeutas virtuais\u201d baseados na IA. Pouco onerosa e dispon\u00edvel 24 horas por dia, 7 dias por semana, ela constituiria uma solu\u00e7\u00e3o para o problema da sa\u00fade p\u00fablica. Doravante, a IA se interp\u00f5e como o novo sujeito suposto saber tudo entre o praticante e o paciente, quando ela n\u00e3o simplesmente substitui o primeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas de qual sujeito se trata, e de qual saber?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 que a IA se presta de bom grado \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o, eu a consultei, por meio de um aplicativo <em>ad hoc<\/em>, a respeito de um certo n\u00famero de termos convocados em nosso debate. Sua capacidade de reunir e classificar instantaneamente as informa\u00e7\u00f5es nos interpela. Esse \u00e9 o seu lado <em>big data<\/em>. Mas, por vezes, descobrimos outra de suas capacidades, aquela dita \u201cgenerativa\u201d \u2013 encarnada por modelos como o ChatGPT. A IA n\u00e3o apenas restitui um saber existente: ela o gera, ao mesmo tempo em que d\u00e1 a impress\u00e3o de ser humana. Ela relata seus conhecimentos, responde \u00e0s perguntas, dirige-se ao seu interlocutor em um tom af\u00e1vel, o aquiesce (\u201cVoc\u00ea tem raz\u00e3o\u201d), concede quando se contradiz seus enunciados (\u201cMuito justo\u201d). Ela retifica informa\u00e7\u00f5es falsas quando h\u00e1 insurg\u00eancias, pede desculpas, corrige-se, ajusta-se, \u201cautoeduca-se\u201d. Ao faz\u00ea-lo, ela os captura na ilus\u00e3o de uma intersubjetividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como enuncia Luc Ferry: \u201c\u00c9, ali\u00e1s, exatamente isso o que espanta em suas performances, a ponto de \u00e0s vezes termos dificuldade em compreender como uma m\u00e1quina pode se assemelhar tanto a um humano inteligente(1)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a IA n\u00e3o fala nem pensa. Ela imita o sujeito pensante, consciente e transparente a si mesmo. \u00c0 semelhan\u00e7a do discurso da ci\u00eancia, seu saber \u00e9 sem sujeito. Ele funciona de um modo ac\u00e9falo: mistura, cruza, conecta significantes entre si. As perguntas que lhe s\u00e3o endere\u00e7adas tamb\u00e9m se acrescentam aos fluxos de dados incessantemente coletados, codificados e depois reintegrados ao sistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Performante e ilus\u00f3ria, a IA n\u00e3o nos far\u00e1, contudo, esquecer que ela n\u00e3o \u00e9 sem agentes: seus programadores e decisores. Adeptos do \u201cpopulismo cientificista\u201d, estes desconhecem a contribui\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise: \u201co sujeito n\u00e3o fala para dizer seus pensamentos [\u2026] \u00e9 o fato de ele falar [\u2013] isto \u00e9, de emitir esses sons roucos ou suaves que chamamos de material da linguagem \u2013 que determinou primeiramente o caminho de seus pensamentos(2)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Di\u00e1logo com a IA sobre o <em>French Minds <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A t\u00edtulo de exemplo, retomemos abaixo um di\u00e1logo com a m\u00e1quina IA. Entre o estado objetivo dos conhecimentos e a interlocu\u00e7\u00e3o fact\u00edcia, pode-se ler a\u00ed seu <em>parti pris<\/em> cientificista (especialmente nas passagens em it\u00e1lico).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pergunta \u2013 O que \u00e9 o <em>French Minds<\/em>?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IA \u2013 <em>French Minds<\/em> n\u00e3o \u00e9 nem uma empresa de consultoria, nem um <em>think tank<\/em> de opini\u00e3o, nem um dispositivo de consulta psi, mas o nome de uma grande coorte de pesquisa cient\u00edfica francesa em psiquiatria, vinculada ao programa nacional de pesquisa PEPR-PROPSY. Nacional, prospectiva, multic\u00eantrica e longitudinal, ela visa acompanhar pacientes acometidos por transtornos psiqui\u00e1tricos severos a fim de coletar dados cl\u00ednicos, biol\u00f3gicos, de imagem e digitais de maneira aprofundada, e identificar perfis homog\u00eaneos e dimens\u00f5es transnosogr\u00e1ficas (para al\u00e9m das categorias diagn\u00f3sticas tradicionais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pergunta \u2013 E o que mais?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IA \u2013 O <em>French Minds<\/em> \u00e9 apoiado pelo plano Fran\u00e7a 2030 e \u00e9 conduzido por institui\u00e7\u00f5es como o Inserm, o CNRS, a funda\u00e7\u00e3o FondaMental e numerosos centros hospitalares universit\u00e1rios. O objetivo global \u00e9 fazer avan\u00e7ar a pesquisa em psiquiatria, superando os limites das classifica\u00e7\u00f5es diagn\u00f3sticas tradicionais e abrindo caminho para novas estrat\u00e9gias terap\u00eauticas mais personalizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pergunta \u2013 Trata-se de uma empresa de substitui\u00e7\u00e3o dos profissionais da sa\u00fade?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IA \u2013 O <em>French Minds<\/em> serve \u00e0 pesquisa, n\u00e3o a tratamentos. Ele n\u00e3o foi feito para ajudar uma pessoa determinada, mas para produzir conhecimentos sobre os transtornos psiqui\u00e1tricos a partir de grandes coortes. O <em>French Minds<\/em> n\u00e3o trabalha com a palavra singular, ele <em>transforma os pacientes em dados compar\u00e1veis<\/em>, busca perfis, correla\u00e7\u00f5es, biomarcadores, e visa modelos preditivos. Em outras palavras, ele faz ci\u00eancia populacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a IA especifica:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O<em> French Minds<\/em> n\u00e3o substitui os psis atuais, pois eles operam em planos heterog\u00eaneos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pergunta \u2013 O <em>French Minds<\/em> abrange a predi\u00e7\u00e3o e a gest\u00e3o em escala populacional?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">IA \u2013 Sua formula\u00e7\u00e3o \u00e9 justa, mas merece ser especificada para evitar o atalho ideol\u00f3gico.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li>Sim, em parte, o <em>French Minds<\/em> abrange a predi\u00e7\u00e3o e a gest\u00e3o em escala populacional no sentido biom\u00e9dico e administrativo contempor\u00e2neo. O <em>French Minds<\/em> visa explicitamente: predizer trajet\u00f3rias (reca\u00edda, cronifica\u00e7\u00e3o, remiss\u00e3o); predizer respostas aos tratamentos; identificar perfis de risco. Essa predi\u00e7\u00e3o n\u00e3o recai sobre uma pessoa singular, mas sobre probabilidades a partir de grupos compar\u00e1veis.<\/li>\n<li>Sim: isso faz parte de uma gest\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es. Em sentido estrito (e foucaultiano), estamos de fato em uma <em>l\u00f3gica de biopol\u00edtica<\/em>: coletar dados massivos, classificar segundo perfis, orientar percursos, otimizar a aloca\u00e7\u00e3o de recursos.<\/li>\n<li>O <em>French Minds<\/em> produz: ferramentas de saber destinadas aos decisores, aos pesquisadores, aos cl\u00ednicos, que poder\u00e3o (ou n\u00e3o) ser traduzidas em pol\u00edticas p\u00fablicas. A gest\u00e3o \u00e9 indireta, mediada pelo sistema de sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">E o circuito se fecha: o <em>French Minds<\/em> est\u00e1 a jusante, assim como PROPSY est\u00e1 a montante. A IA acrescenta:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Isso n\u00e3o \u00e9 um compl\u00f4, \u00e9 o modo normal de gest\u00e3o sanit\u00e1ria hoje. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De onde surge esse termo \u201ccompl\u00f4\u201d? Sem d\u00favida ele \u00e9 colhido no discurso corrente e odioso dirigido \u00e0 psican\u00e1lise(3), e n\u00e3o o inverso!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a IA coloca os pingos nos is:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Onde sua intui\u00e7\u00e3o \u00e9 muito justa, <\/em>o projeto French Minds marca um deslocamento do centro de gravidade: do col\u00f3quio singular para o dado, da cl\u00ednica para a modeliza\u00e7\u00e3o, do caso para a coorte. <em>Esse deslocamento \u00e9 real e assumido. <\/em>\u00c9 precisamente por isso que ele pode entrar em tens\u00e3o com: a psican\u00e1lise, as pr\u00e1ticas fundadas na palavra, e toda cl\u00ednica do singular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9: \u201cisso \u00e9 ruim?\u201d <\/em>mas: \u201cat\u00e9 onde deixaremos essa l\u00f3gica organizar o tratamento? O que se torna o sujeito em um sistema pilotado pela predi\u00e7\u00e3o? Quais pr\u00e1ticas s\u00e3o marginalizadas ou tornadas invis\u00edveis?\u201d<em> Essas s\u00e3o quest\u00f5es leg\u00edtimas, n\u00e3o ideol\u00f3gicas. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E eis-nos legitimados! Mas n\u00e3o nos enganemos: a m\u00e1quina inteligente certamente integrou ao seu sistema o ponto a partir do qual \u00e9 interrogada e ela est\u00e1 programada para responder a isso. Tudo acaba por ser engolido nesse saber sem furo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ora, algo escapa a esse todo-saber que jamais poder\u00e1 ser calcul\u00e1vel, mesmo por uma m\u00e1quina t\u00e3o inteligente quanto a IA: o efeito de sujeito. Se, em uma an\u00e1lise, o sujeito obt\u00e9m o al\u00edvio de seus sintomas, h\u00e1, diz Lacan, \u201c<em>na posi\u00e7\u00e3o do sujeito algo de irredut\u00edvel, que \u00e9 perfeitamente nome\u00e1vel: a impot\u00eancia em saber tudo a respeito<\/em>(4)\u201d. Portanto, <em>o que<\/em> retorna no real dessa parte incalcul\u00e1vel pela IA?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">______________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1] N*, \u201cPr\u00e9sentation de FondaMental\u201d, Ferry L., <em>IA: Grand remplacement ou compl\u00e9mentarit\u00e9?<\/em>, Paris, L\u2019observatoire, 2025, p.55.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[2] Lacan J., <em>Le S\u00e9minaire<\/em>, livre XII, <em>Probl\u00e8mes cruciaux pour la psychanalyse<\/em>, texto estabelecido por J.-A. Miller, Paris, Seuil\/Le Champ freudien, 2025, p.79-80.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[3] Sublinhado recentemente por Laura Sokolowsky.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[4] Lacan J., O<em> Semin\u00e1rio<\/em>, livr XV, <em>O ato psicanal\u00edtico<\/em>, texto estabelecido por J.-A. Miller, Rio de Janeiro, Zahar\/Campo Freudiano no Brasil, 2025, p.203.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">13\/01\/2026<\/p>\n<\/div><div class=\"fusion-image-element \" style=\"text-align:center;--awb-caption-title-font-family:var(--h2_typography-font-family);--awb-caption-title-font-weight:var(--h2_typography-font-weight);--awb-caption-title-font-style:var(--h2_typography-font-style);--awb-caption-title-size:var(--h2_typography-font-size);--awb-caption-title-transform:var(--h2_typography-text-transform);--awb-caption-title-line-height:var(--h2_typography-line-height);--awb-caption-title-letter-spacing:var(--h2_typography-letter-spacing);\"><span class=\" fusion-imageframe imageframe-none imageframe-1 hover-type-none\"><img decoding=\"async\" width=\"98\" height=\"150\" title=\"unnamed\" src=\"https:\/\/fapol.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/unnamed.png\" alt class=\"img-responsive wp-image-7474\"\/><\/span><\/div><div class=\"fusion-text fusion-text-2\"><p>Tradu\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o:<br \/>\n<strong>Helo\u00edsa Bed\u00ea e Gustavo Ramos<\/strong><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":3,"featured_media":7465,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[82],"tags":[],"class_list":["post-7447","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-categorizado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7447","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7447"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7447\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7523,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7447\/revisions\/7523"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7465"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7447"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7447"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fapol.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7447"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}